Diglossia na prática: árabe padrão, dialeto e o que isso faz com um contrato
Por que o idioma que se escreve num documento oficial não é o mesmo que se fala na mesa de negociação — e o custo real de ignorar essa distância.
مُتَرْجِم وَمُعَلِّم
Sou tradutor, professor de árabe e pesquisador. Nasci falando árabe sírio, me formei em Administração pela UFPR e passei os últimos anos fazendo o que não cabe num dicionário: transportar sentido, tom e intenção de uma cultura para outra.
O árabe é minha língua materna; o português, a língua onde construí minha vida adulta e minha empresa; o inglês, a que uso para atravessar os dois mundos quando eles não se encontram diretamente. Trabalhar entre elas me ensinou que traduzir mal raramente é um problema de vocabulário — é quase sempre um problema de contexto que ninguém explicou.
Minha formação reflete isso. Sou bacharel em Administração pela UFPR e cursei disciplinas de pós-graduação stricto sensu em Políticas Públicas, Sociologia e Letras na mesma universidade. Não foi um caminho linear, e é justamente essa mistura — gestão, ciências sociais e linguística — que sustenta o modo como leio um contrato, uma certidão ou um poema.
Hoje divido meu tempo entre a tradução, a sala de aula e a pesquisa sobre localização multilíngue e consultoria cultural no mercado MENA. Dirijo a YallaConecta, agência de tradução e consultoria intercultural, e a marca gastronômica KANJO.
UFPR
Bacharelado em Administração e disciplinas de pós em Políticas Públicas, Sociologia e Letras
PT · AR · EN
Idiomas de trabalho, com o árabe sírio como língua materna
MENA
Foco de pesquisa em localização multilíngue e consultoria cultural
CIMA
Centro autorizado do Certificado Internacional de Proficiência em Árabe no Sul do Brasil
Três frentes que atravesso no trabalho e que pretendo desdobrar em ensaios aqui.
Por que o idioma que se escreve num documento oficial não é o mesmo que se fala na mesa de negociação — e o custo real de ignorar essa distância.
Toda escolha de tradução é uma perda calculada. Sobre como decidir o que sacrificar quando não existe equivalente — e como justificar a escolha.
O que muda quando uma marca brasileira entra no mercado árabe: linguagem, layout, calendário, imagem e as suposições que ninguém percebe que está fazendo.
Estes são os temas em preparação, ainda não publicados. Quando o primeiro ensaio sair, quem estiver na lista recebe antes.
Tradução entre árabe e português e consultoria intercultural pela YallaConecta, com atendimento em Curitiba (PR), Itapoá e Joinville (SC) e São Paulo (SP). Atualmente em preparação analítica para o concurso de Tradutor Público — vernáculo, direito comparado e terminologia oficial.
Docência do idioma árabe e coordenação da YallaConecta como centro autorizado do Certificado Internacional de Proficiência em Árabe no Sul do Brasil. Autor da série de livros Yalla Falar Árabe, nascida das aulas presenciais.
Formação em Administração pela UFPR com disciplinas de pós-graduação em Políticas Públicas, Sociologia e Letras. Desenvolvimento de propostas de pesquisa sobre o impacto da localização multilíngue e da consultoria cultural no mercado MENA.
Experiência em administração, desenvolvimento de negócios, marketing digital e inteligência logística. Direção da marca gastronômica KANJO, com foco em produtos operacionais premium e expansão de mercado.
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